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| ReliaSoft > Reliability Hotwire > Edição 11 > Conceitos Básicos de Confiabilidade | |
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Análise de Produção (Parte II) A análise de produção permite que você analise um diagrama de bloco de confiabilidade (RBD) tal que cada componente dentro do sistema esteja projetado para processar (fazer) algo quando estiver em operação. No mês passado algumas medidas e terminologias de produção foram apresentadas e discutidas. Nesse artigo serão apresentadas mais opções de análise de produção, como reservas, reservas limitadas e alocamento da produção. Opções de Análise de Throughput
Figura 3: Propriedades de throughput do bloco
Tabela 4: Sumário da produção do bloco para o cenário 2, com F e G com reserva limitada (1 unidade de tempo) Depois de duas unidades de tempos, os resultados são apresentados na Tabela 5.
Tabela 5: Sumário da produção do bloco para o cenário 2, com F e G com reserva limitada (2 unidades de tempo) Note que neste exemplo, os itens nunca poderão ser processados pela reserva. Entretanto, se observarmos o sistema por um período de operação mais longo e com as falhas e reparos dos outros blocos, haveria oportunidade para que os blocos processassem essas reservas. É muito importante notar que ao simular um sistema com falhas e reparos no BlockSim, você deve definir que o bloco opera mesmo quando o sistema falhar se você deseja que a reserva seja processada. Se isto não for definido, então o bloco não operará com a falha do sistema, e assim, não poderá processar nenhuma reserva quando o bloco que causa a falha do sistema falhar. Configurando a Simulação Antes de começar uma simulação utilizando throughput, você também pode especificar a forma de alocamento através de múltiplos trajetos (isto é, iguais ou com pesos) e decidir se os itens são enviados aos blocos que falham. Essas opções são mostradas na Figura 4.
Figura 4: Configurando throughput do BlockSim para simulação Para explicar esses ajustes, considere o sistema seguinte.
Se a opção Weighted allocation across paths (com pesos) for selecionada, os 60 itens produzidos por A, serão alocados à B, C e D baseado em suas potencialidades de produção. Especificamente, a parcela que cada bloco receberá, Pi, é:
A
quantidade real é então a porção de itens disponíveis no tempo. Neste
caso, a porção de B é
Tabela 6: Resultados pela alocação com pesos Se a opção Allocate equal share to all paths tivesse sido selecionada, então 20 itens seriam enviados para B, C e D, não importando a suas capacidades de produção, rendendo os resultados mostrados na Tabela 7.
Tabela 7: Resultados pela alocação igual Se a opção Send units to failed blocks não for selecionada, os itens produzidos são alocados somente nos blocos em operação. Caso contrário, se a opção é selecionada, os itens são alocados aos blocos que falham e os itens transformam na parte de reserva do bloco que falhou. Nesse caso especial que um bloco (ou os blocos) falhou causando o rompimento do trajeto se a opção Send Units to Failed Blocks (enviando itens para blocos que falharam) não estivar selecionada, então o bloco imediatamente antes de falhar não continuará o processo e nenhum item pode ser enviado a diante. Neste caso, estes blocos manterão todos os itens recebidos em sua reserva. Como exemplo, considere o sistema da Figura 5. Se E falhar (e E não aceita nenhum item de reserva enquanto estiver parado) então B, C e D, não podem enviar nenhum item para E. Assim, eles não processarão nenhum item vindo de A. O itens vindos de A serão colocados nas reservas dos blocos B, C e D.
Figura 5: Ilustrando um caso especial de reservas
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